Aula KFM 49
Meditação marcial:
O caminho difícil forma guerreiros reais.
"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem."
(Mateus 7:13,14 - Bíblia Sagrada)
Terceira das oito teorias do Wing Chun
3. Poder da Polegada com Jogo de Pulso
O poder obtido com o movimento do jogo de pulso para o impacto de uma polegada é a chave para gerar as técnicas de Wing Chun que são realizadas principalmente em curta distância. Não há necessidade de inclinar o corpo ou movimentos largos como o “swing”. O conceito de chicotear (jogo de pulso) permite praticar atacar ou bloquear através de uma extensão rápida e relaxada de movimentos, e é por isso que as técnicas de Wing Chun começam suaves como o balanço de um chicote, mas duras no final.
A – CHUNG KUEN: O soco do Wing Chun, desferido em linha reta pelo centro, é uma técnica projetada com mecanismo de alavanca e estruturada na teoria do cotovelo para dentro. É um soco especializado que contém um jogo de punho e extensão total do cotovelo, de onde vem o famoso soco da polegada.
B - OS SETE PONTOS DE ENERGIA: Wing Chun possui sete pontos de energia (força). Cada qual possui seus próprios grupos musculares para gerar poder. Cada um pode ser usado sem a ajuda dos demais. Mas podemos trabalhar juntos para atingir o máximo de força. Por exemplo, um soco a curta distância apenas necessitaria da energia de uma polegada com uma pequena ajuda do cotovelo. O soco pode ser acelerado acrescentando-se a extensão do ombro e o giro do corpo. Um impacto de longo alcance pode ser gerado ao usar também o trabalho de pés em sincronia com o “timing” do corpo.
Abaixo seguem descrições dos sete pontos de energia no corpo:
1. Pulso para energia por polegada e técnicas de controle.
2. Cotovelo para energias protetoras e força de alavanca.
3. Olho para criar energia de apoio e alcance.
4. Abdominal para o centro de gravidade e energia dos chutes.
5. Quadril para esquivar e baixar o centro de gravidade.
6. Joelho para esquiva e extensão das pernas.
7. Tornozelo para mover e gerar impacto no chute.
Aplicar as 8 teorias originais do Wing Chun na vida cotidiana, no trabalho e nos negócios é transformar uma arte marcial em um sistema filosófico e estratégico de alto rendimento pessoal.
Cada teoria pode ser utilizada de forma prática e profunda fora do combate físico, para aprimorar seu comportamento, suas decisões e suas relações interpessoais e profissionais.
3. Poder da Polegada e Jogo de Pulso – Impacto com Economia de Esforço
Aplicação prática:
Na vida pessoal: Faça mais com menos. Economize energia emocional, física e mental, mas quando agir, aja com precisão.
No trabalho: Use pequenas ações para causar grandes efeitos. Seja como o "soco de uma polegada": discreto, mas poderoso.
Nos negócios: Use inteligência estratégica. Uma ideia bem posicionada pode mudar a direção de uma negociação.
Exemplo prático:
Um elogio ou uma crítica no momento certo (com “jogo de pulso”) pode motivar ou redirecionar uma equipe inteira.
SEM RETORNO
A verdadeira mudança acontece quando se elimina a opção da desistência. Queimar a ponte não é um ato de raiva contra o passado, mas um compromisso consciente e inegociável com o futuro. Quando voltar atrás deixa de ser uma alternativa, resta apenas avançar com disciplina, fé e responsabilidade. Nesse ponto, vencer deixa de ser desejo e passa a ser dever. Avante.
No plano espiritual, quando nos batizamos e aceitamos Jesus Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador, não significa que o mal desistirá de nos tentar.
A decisão real é nossa: desistimos de voltar ao erro. Como ensina a Bíblia Sagrada: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).
“A fé verdadeira não negocia com o passado, ela rompe definitivamente com ele.”
Queimar a ponte, nesse contexto, é permanecer firme na nova vida, guardando a mente, o caráter e a direção, sem concessões.
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