Relembrando Algumas Lutas Reais
Derrotado pelo próprio Ódio
O primeiro desafio que tive foi derrotado. Embora na época minha técnica tinha repertório limitado e era superior ao meu adversário em força, velocidade e até mesmo técnica. Contudo, eu estava com muita raiva e os reflexos treinados não funcionavam apropriadamente. Por causa do ódio eu só pensava em atacar, matar meu oponente e não me defendia. Os golpes de meu adversário, não surtiam efeito físico algum, pois eu estava muito bem preparado fisicamente. A luta foi parada, eu só levava golpes e atacava travado, fora de tempo. Essa derrota ensinou-me grande lição: o combate deve fluir sem emoções descontroladas. Hoje vejo a luta como uma dança, onde tudo flui e eu não derroto o adversário, ele é que se derrota quando erra.
Vencendo sem Lutar
Trabalhando como leão de chácara, na ocasião tive que tirar para fora um sujeito, logo em seguida armou-se mais um cenário daqueles que acaba em ambulância, hospital e delegacia. Mas desta vez tudo acabou bem por um detalhe, o outro segurança que estava comigo era colega de treino e chegou junto na hora certa, e neste dia também havia outros colegas de treino, estavam de folga no clube, mas no momento da confusão também ofereceram auxílio. Tornaram-se mais os que estavam do meu lado do que os desordeiros, não houve luta e a situação voltou ao controle por superioridade numérica
O Homem Sem Dor
Na zona norte da capital, um policial militar estava tentando resolver uma confusão dentro de um ônibus coletivo, ele pediu meu auxílio, pois a minha farda de bombeiro da época, era igual a dos policiais. Entrei dentro do coletivo e fui logo atacando o chefe da turma. Fui muito rápido e agressivo, desferindo chutes diretos no genital e socos no rosto do homem, seus companheiros não reagiram não sei o porquê. voava sangue por todo lado. Cheguei a arrancar a mandíbula dele. Ainda assim o homem surpreendentemente continuava de pé. Ele era forte e parecia não sentir dor alguma, mesmo nos pontos mais sensíveis. Só consegui retira-lo do coletivo após aplicar uma submissão com torção de braço. Acabei mais uma vez dando explicação paro o juiz. Mas isso me ensinou a importância de saber lutar de todas as formas.
A Mídia a meu Favor
Impedi um assalto no centro da capital, persegui o meliante um quarteirão e entramos em luta corporal. Quebrei suas articulações, costelas e furei a gargante do homem com o polegar. Tudo em frente a inúmeras testemunhas, as coisas ficaram bem complicadas pois eu já estava por um fio na justiça, quase para ser expulso da polícia militar. Mas a mulher que eu salvei do assaltante era esposa do dono de uma rádio da cidade, e eu acabei virando herói. A rádio enviou um ofício de relato e agradecimento a policia militar. O que seria mais uma punição em minha ficha, acabou virando um Elogio constando até hoje em meus assentamentos funcionais.
O Cenário deste desafio era um ringue de arame farpado. Meu desafiante tinha grandes habilidades acrobáticas. Talvez ele perdeu a luta por isso, investia o tempo de seu treino em técnicas de difícil aplicação. Eu contudo, já com meu Wing Chun e Técnicas de Graplling afiadas, derrotei o melhor do local com concentração, confiança. Ele queria me matar, mas eu levava a luta como se fosse uma dança, de forma concentrada. Entendo que ganhar, não é ganhar do adversário, mas conduzir o combate até que um dos dois cometa erro e perca.
Maiores informações pelo WhatsApp: 53 999992723 ou E-mail: kungfumisto@gmail.com
克劳德米尔
混合功夫: 武术, 太极拳, 咏春
混合功夫: 武术, 太极拳, 咏春
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